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Henrique Agostinho
Henrique Agostinho
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Sempre que há uma crise financeira, da mais pequena marolinha, às moratórias da pandemia, inevitavelmente os governos são apanhados a salvar os bancos. Medidas que levam muita gente ingénua a se questionar: porque é que tinham de ser feitas agora e qual o sentido de gastar todo aquele dinheiro nos bancos, quando há tanta gente mais necessitada?

A resposta, é que os governos não estão a salvar os bancos agora, já os tinham salvo lá atrás. O que estão a fazer agora, é a desmascarar o bailout.

Para isto se entender, é preciso ter umas noções do que é um banco e como aquilo funciona, o que até é extremamente fácil, pois toda a aparente complexidade da banca são apenas as mentiras dos bancários, destinadas a enganar a populaça.

Esqueçam a ilusão que os bancos guardam dinheiro dos depositantes e emprestam dinheiro a quem quer investir vivendo dos juros, não é nada disso, como facilmente se pode depreender pela existência de juros negativos. Na verdade, um banco comercial é assim que vai:

1) Os bancos emprestam dinheiro. Dinheiro que não é deles, é do Banco Central, do Governo, do Estado, ou melhor dizendo, do pagador de impostos.

2) Assim que um banco empresta esse dinheiro a alguém, por exemplo ao Sr. Berardo, o dinheiro é imediatamente gasto, quem vendeu o que tinha a vender, por exemplo umas acções do BCP, recebe o dinheirito da venda na hora e vai daí à sua vida descansada.

3) Nessa transação, os bancários recebem comissões pela sua inescapável contribuição e gastam os proveitos em férias, prostitutas e às vezes até na educação dos seus filhos.

4) Um dia mais tarde, o banco tem de ir pegar mais dinheiro, sempre do contribuinte, para o voltar a emprestar e, deste modo, continuar a cobrar comissões, pois que o bancário quer comprar novos cortinados.

5) Ora, no momento de um novo empréstimo o representante dos impostos (o Banco Central) tende a perguntar, “mas olha lá, o que é que fizeste ao empréstimo anterior?”

6) Se a bolsa estiver em alta, ou o imobiliário a disparar, o bancário vai dizer que não há problema nenhum que tem ali umas acções do BCP que são uma pepita d’ouro, mas não as pode vender agora que ainda vai valorizar e portanto leva lá mais um empréstimo prá ocasião.

7) Se a bolsa estiver em baixa, o bancário vê-se forçado a admitir que na verdade espatifou o dinheiro quando este foi emprestado lá atrás e portanto acabou de ser salvo pelo Estado. Recebe um novo empréstimo e cobra novas comissões para agravar.

Este funcionamento bancário é chamado de Reserva Fracionária, e tal como tudo o resto que dizem os insiders, dos bancos serem públicos ou privados, da regulação, da independência do banco central, agências de rating, da idoneidade do Ricardo Salgado, dos SWAPS, derivados, e o diabo a quatro, são apenas cortinas de fumo, fugazzi, para enganar papalvos.

A única realidade é que o banco já estava salvo desde aquele dia 1 lá atrás. Quem se surpreende com o desenrolar dos acontecimentos, é só quem não tomou atenção ao que se estava a passar e agora que veio a descobrir, já é tarde demais.

Bancos Comerciais = subsidiárias do Banco Central (do Estado) encarregues de gastar dinheiro.

Sabendo como funcionam os bancos, e que estes são falidos como a Pescada, já o eram antes de o ser. Torna-se muito mais fácil entender o que se vai passando na TV. Quando os telejornais dizem coisas do tipo: a coligação está zangada e vai haver eleições antecipadas; o governo vai meter (mais) dinheiro na TAP ou nos clubes de Futebol; que vão fechar as discotecas e as praias; ou até que o Bitcoin morreu outra vez, quase quase sempre estas são uma forma elaborada de revelar que os bancos já foram salvos. 

A política serve assim, em boa medida, para ajudar a população a achatar a curva da indignação. O desagradável é que a paralisação global não parece estar a funcionar. Nos bancos, o crédito, ficou todo mal parado e os donos do dinheiro, os governadores dos bancos centrais, continuam perdidos sem saber o que fazer, mesmo com as impressoras ligadas no máximo, não conseguem tapar o buraco. 

Enfim, uns problemas que o Bitcoin resolve e o motivo pelo qual as coligações de politicos/bancários costumam dizer do Bitcoin, coisas que Maomé não diria do toucinho.

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Henrique Agostinho