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Henrique Agostinho
Henrique Agostinho
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Quem se lembra da televisão a preto-e-branco tem razões para estar preocupado. Bastantes, mas nenhuma tão grande quanto o iminente colapso da Segurança Social e o fim das reformas. 

Contrariamente ao que fica subentendido, a Segurança Social não é um regime de poupança, não há lá reservas, não há descontos guardados. Até aquilo que chamam de Fundos da Segurança Social, refere-se a títulos de dívida pública (ou seja, já foi gasto) e não somavam nem para 6 meses. Se os novos deixarem de pagar a Segurança Social, porque estão em Layoff, ou desempregados, ou emigrados, a pirâmide afunda, em menos de um ano. Em resumo, porque a matemática não perdoa: não haverá reformas para quem ainda não está reformado.

Já nem vale a pena pensar como se chegou até aqui, quem é o culpado do mal Estado das contas, que político lambão autorizou, quem são os reformados milionários que receberam demais, e etc. Já nada disso importa, já nada mudará e portanto, o que resta cada um fazer, é dolorosamente simples: Poupar, o mais possível.

Ora, poupar não é fácil, mais difícil ainda é valorizar a poupança. Se puser no Banco a render, vai ganhar uns tolos 0.25% ao ano e ainda ter um terço disso descontado em impostos. O imobiliário é caro, imóvel, a pagar IMI e seguros e manutenções, custos sempre crescentes, para depois ter as rendas tributadas, mais a ameaça do congelamento e expropriação. Pois que não, não é por acaso que estes meios tradicionais de poupança estão tão debilitados, é precisamente porque a doença da Segurança Social é grave e contagiou tudo à volta.

Volta então a constatação: “Mais perigoso do que ter Bitcoin é não ter Bitcoin”. Pois a valorização das criptomoedas não tem tanto de especulação e euforia, quanto tem de rigor calculista e prevenção. É bem provável que, para além do Bitcoin, pode não vir a haver outra forma de poupar e de se compensar o colapso da Segurança Social.

Quem tem dinheiro (e muito) já percebeu isto tudo há bastante tempo, quem está a trabalhar, já vai algo tarde, mas ainda há tempo para, também perceber e daí: Poupar! Todos os meses um pouco mais. Alimentar uma poupança que possa amparar quando não puder mais trabalhar e pelo seguro, colocar ao menos uma pequena parte dessa poupança em Bitcoin. 

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Henrique Agostinho