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Bitcoin: A Nossa Salvação De Um Projecto Totalitário?

Ao ler o título do presente artigo, o leitor poderá surpreender-se com o título: qual a relação entre o a Bitcoin e a nossa salvação de um projecto totalitário em curso?

Nas últimas semanas, o impensável teve lugar: tal como nos anos 30 do século passado, temos agora uma sociedade de puros e impuros; nos anos 30 do século passado: os judeus; agora, os não vacinados.

Quem são? Os que se recusam a serem inoculados com uma vacina experimental.

O leitor pergunta: experimental? Sim experimental; assim o diz a agência norte-americana FDA – uma entidade de elevado prestígio, semelhante à nossa agência para o medicamento, o Infarmed -, que em relação, por exemplo, à da Pfizer afirma o seguinte:

  • The Pfizer-BioNTech COVID-19 Vaccine is an unapproved vaccine that may prevent COVID-19. There is no FDA-approved vaccine to prevent COVID-19”; A vacina Pfizer-BioNTech é uma vacina não aprovada que poderá prevenir a COVID-19. Não há qualquer vacina aprovada pela FDA para prevenir o COVID-19;
  • Serious and unexpected side effects may occur. Pfizer-BioNTech COVID-19. Vaccine is still being studied in clinical trials”. Podem ocorrer efeitos colaterais graves e inesperados. A vacina Pfizer-BioNTech ainda está a ser estudada em ensaios clínicos.

Mas várias coisas nos deixam perplexos: qual a razão para obrigar esta inoculação pela intimidação e a chantagem, retirando, todos os dias, direitos e liberdades, inclusive colocando em dúvida o acesso a bens de primeira necessidade?

A estupefacção é ainda maior se considerarmos que toda esta “legislação avulsa”, recomendada – provavelmente por encomenda – por “especialistas” à Terça-Feira e decretada pelas autoridades às Quintas-Feiras, fere, sem contemplações, o direito internacional, com a qual o estado português se comprometeu:

  • No seu artigo 6º, da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos, subscrita pelo estado português e, por conseguinte, constituinte da legislação nacional, temos o seguinte: “Qualquer intervenção médica de carácter preventivo, diagnóstico ou terapêutico só deve ser realizada com o consentimento prévio, livre e esclarecido da pessoa em causa, com base em informação adequada. Quando apropriado, o consentimento deve ser expresso e a pessoa em causa pode retirá-lo a qualquer momento e por qualquer razão, sem que daí resulte para ela qualquer desvantagem ou prejuízo

Atentemos nas palavras: o consentimento deve ser expresso, sem que daí resulte qualquer desvantagem ou prejuízo, caso seja negado.

Será que os capitães Iglo da nossa praça estão a explicar às pessoas de que se trata de algo experimental, com uma elevada probabilidade de ocorrerem efeitos adversos? Será que os governantes têm noção de que estão a segregar os impuros, causando-lhes sérios prejuízos?

Sem rebuço, a propaganda afirma que os puros não representam qualquer perigo para a comunidade, no entanto, na página das autoridades consta a seguinte informação:

  • Desconhece-se ainda se estar vacinado impede uma infecção assintomática. As vacinas conferem protecção contra a doença, mas não protegem necessariamente outras pessoas caso sejamos “portadores” e transmissores do vírus, sem exibir sintomas. As máscaras e o distanciamento diminuem a probabilidade de que possamos infectar outras pessoas caso sejamos “portadores” do vírus sem saber.” Fica a pergunta, qual o motivo da segregação?

Qual a credibilidade destas autoridades? Perante uma ordem judicial (Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa no âmbito do processo nº 525/21.4BELSB), para que respondessem a uma simples pergunta – em resultado da doença da moda, quantos óbitos tinham sido comprovados por autópsia e pelo teste mágico? -, responderam o seguinte: 152 no total, dos quais 4 comprovados por autópsia e 148 por teste mágico. Nada mais! Em relação aos 17 mil por aí anunciados, nem vê-los!

Pior, com uma enorme filáucia, contestaram que não possuíam qualquer evidência científica que suportasse as medidas que recomendavam; no entanto, todos os dias, a propaganda entra-nos em casa com a seguinte divisa: há que seguir a ciência!

A propaganda há mais de 500 dias que nos entra em casa a propagar o terror e a morte, no entanto, nunca nos esclarecem com factos. Vejamos então os números.

Até aos 60 anos (ver Figura 1), estatisticamente a doença da moeda é irrelevante – obviamente que devemos lamentar cada um que nos abandona -, e quando analisamos o grupo etário com menos de 30 anos é ainda mais irrelevante, estamos, pois, perante uma total histeria!

O grupo etário mais afectado corresponde àquele que tem mais de 80 anos, precisamente o que se encontra acima da esperança média de vida em Portugal, em torno dos 80 anos.

Figura 1

Segundo nos informam, a poção mágica está a resultar; os últimos dois meses parecem não demonstrar tal asserção, como podemos verificar na Figura 2, excepto para o grupo etário com idade igual ou superior a 80 anos, entre os 50 e 80 anos, a situação é pior do que o período homólogo – Junho e Julho somados, 2021 vs 2020, em termos de óbitos resultantes da doença da moda (nota: apenas 26 dias para Julho de 2021).

Figura 2

É igualmente pior para internamentos em enfermaria e UCIs, como podemos constatar na Figura 3.

Figura 3

Recentemente, até o prócere máximo do regime soltou-nos esta pérola, certamente para coadjuvar a propaganda: “onde avança a vacina, o vírus recua”; provavelmente terá arremessado o panegírico à poção mágica após ter participado na reunião ecuménica da última Terça-Feira!

Mas a coisa não promete ficar por aqui, já se fala numa terceira dose, e informam-nos: agora é que vai ser!

Mas a pergunta persiste, o que estará por detrás da ânsia em obrigar-nos a correr em manada para uma experiência, utilizando todas as formas de chantagem e intimidação?

Talvez a melhor explicação seja: tudo isto estava preparado há muito tempo. O leitor espanta-se? Não se espante.

Em 2019, anterior ao aparecimento da doença da moda, a União Europeia já tinha previsto um passaporte sanitário para toda a população. De uma organização que tem um líder eleito em lista única, ao melhor estilo de uma utopia salvífica da humanidade, já nada nos pode espantar.

No seu documento, datado de 2019, constava um plano de implementação, do qual destacamos dois aspectos:

  • Examine the feasibility of developing a common vaccination card/passport for EU citizens (that takes into account potentially different national vaccination schedules and), that is compatible with electronic immunisation information systems and recognized for use across borders, without duplicating work at national level.”; Examinar a viabilidade de desenvolver um passaporte/cartão de vacinação comum para cidadãos da UE (que leva em conta potencialmente diferentes calendários nacionais de vacinação e), que seja compatível com sistemas electrónicos de informação de imunização e reconhecidos para utilização entre-fronteiras, sem duplicar o trabalho a nível nacional;
  • Produce on a regular basis a Report on the State of Vaccine Confidence in the EU, to monitor attitudes to vaccination. Based on that report and taking into account related work by WHO, present guidance that can support Member States in countering vaccine hesitancy”; Elaborar regularmente um relatório sobre o estado de confiança a respeito das vacinas na UE, para monitorizar as atitudes em relação à vacinação. Com base nesse relatório e levando em consideração o trabalho relacionado da OMS, apresentar orientações que possam apoiar os Estados Membros no combate à hesitação vacinal.

Nada disto é uma casualidade. Há muito que pretendem ter os nossos dados biométricos numa base de dados centralizada. Para tal desiderato, vão usar toda a espécie de intimidação e coação da população, incluindo impedir o acesso a bens essenciais.

Só assim se explica a necessidade de inocular grupos etários para os quais a doença da moda não representa qualquer risco.

Mais uma vez, o dinheiro tudo move; nada mais importa. Em três bancarrotas, e a caminho da quarta, o escol que nos despoja há mais de 40 anos já entregou tudo: operadoras de telecomunicações, bancos, infra-estruturas aeroportuárias, portos, seguros, eléctricas…e, futuramente, a voadora bancarroteira.

Esta casta não pode perder o brilho das luzes, as viagens pagas, os banhos de champanhe, as suítes de hotel à borla e as bebidas à conta! Como vão pagar tudo isto, quando a dívida pública já se encontra em 275 mil milhões de Euros?

Reparem que já ninguém se indigna; o turismo está arruinado, a restauração está falida, o número de pobres e suicídios não pára de subir, mas tudo está sereno! Nada que surpreenda: a clientela que vive do orçamento de estado continua feliz – funcionários, supervisores, pensionistas, clientela política, desempregados, empresas do regime, propaganda…-, pois o dinheiro continua a jorrar indefinidamente e podemos estar todos os dias a falar da doença da moda, em lugar de viver, trabalhar e produzir alguma coisa.

Quem paga esta loucura? O BCE.

Esta entidade compra todas as emissões de obrigações do estado português, agora a nossa exportação por excelência: muito papel, para todos os prazos e preferências.

Mas, certamente que não irá ser gratuito, apesar da ânsia da nossa casta dirigente em correr para o banco para poder alimentar a voraz clientela política.

Qual será o projecto que irá pagar tudo isto? A sua moeda digital: o Euro digital.

Para tal, já está concebido um plano que nos revela várias coisas do que se encontra a caminho:

  • A transacção inicial implica a identificação única do utilizador, tal como acontece na abertura de uma conta bancária, de acordo com o indicado na página 28 do documento do BCE (This would require every digital euro user to be identified at least during onboarding: anonymity would not be possible in order to avoid the circumvention of restrictions by impersonating multiple users.”;
  • Qualquer transacção com euros digitais obrigará ao reconhecimento e validação das partes (a que envia e a que recebe), através da leitura de dados biométricos (reconhecimento da íris, impressões digitais….) de ambos, com o propósito de verificar se os mesmos coincidem com a base de dados do BCE, a tal base de dados que está a caminho, tal como explicado na página 30 do documento do BCE (The device could, for instance, record information on physical attributes of the intended user (known as biometrics, e.g. fingerprint and iris recognition) and the user must provide matching elements when initiating a payment);
  • A execução de transacções offline, tal como acontece para o numerário há milénios, os terminais (telemóveis, PCs…) devem ser previamente certificados – bastará o certificado digital -, tal como consta na página 30 do documento do BCE (User-friendly devices to be used in offline digital euro payments would need to be certified); para se adquirir um telemóvel com estas características, bastará um certificado digital para activá-lo.
  • A moeda digital do BCE irá certamente eliminar o limite inferior da política de juros, por outras palavras, o limite inferior é a taxa de juro 0% do numerário -, desta forma alargando as opções disponíveis numa situação de crise, se o numerário desaparecesse (A CBDC could help to eliminate the effective lower bound on policy rates, and thereby widen the policy options available in crisis situations, if cash were to disappear).

Aqui está o pagamento da bazuca: uma tirania monetária.

Sem anonimato, conhecendo todos os nossos dados pessoais e biométricos, através de enormes bases de dados, obtidas com o argumento de uma crise sanitária, através da chantagem e da coacção, sem podermos utilizar dinheiro físico, usando apenas terminais certificados, eis o que nos espera.

Já não será necessário aos governos utilizarem máquinas infernais para nos tributar. Será simples; sem anonimato, com as carteiras digitais controladas pelo BCE, estes passam a saber tudo sobre si: o que entra, o que sai, os seus hábitos e as suas preferências.

Tributar será fácil, basta um algoritmo para calcular automaticamente o valor que as autoridades decidam ser justo – tal como os servos de um regime feudal – e remeter o valor correspondente às autoridades.

A agenda climática também poderá ser facilmente implementada. Já gastou 100 Euros este mês em gasolina? Acabou, só no próximo mês o poderá fazer, não pode poluir mais.

Já gastou 100 Euros em consumo de água? Não pode, tem de proteger o planeta.

É um inimigo das autoridades, esqueça, irá desaparecer por completo. Foi censurado nas redes sociais por algum comentário contra as autoridades? A sua carteira digital com Euros será de imediato debitada com uma multa.

O estado lança uma suspeita de crime contra si, sem acusação formada ou sentença transitada em julgado? Não poderá movimentar a sua carteira de Euros digitais; alimentar-se? Nem pensar. Pagar a um advogado para defender-se? Nem pensar. A condenação sem contemplações está ao virar da esquina – não se atreva a ser um inimigo do estado.

Uma conclusão é óbvia: quem não possuir dinheiro descentralizado, como a Bitcoin ou outras criptomoedas, terá a sua vida muito dificultada. Porquê?

A resposta é simples. Poderá manter o seu anonimato e obter juros acima da inflação, através de StableCoins (USDC, USDT, DAI, UST…), em que a remuneração do seu aforro é bem superior à inflação, ao contrário dos bancos comerciais, que vão certamente cobrar-lhe juros negativos, aproveitando-se da existência de apenas dinheiro digital.

E, por último, a sua liberdade: será uma importante reserva de valor que o poderá ajudar em situações complicadas, nomeadamente naquelas em que o estado deseja retirar-lhe todas as liberdades e garantias.

De que está espera para começar a preparar-se para uma nova era? Quer ficar de braços cruzados, à espera do dinheiro emitido por quem o tiraniza? Ou deseja adquirir Bitcoins ou outras Criptomoedas que não respondem a quaisquer entidades centrais e que preservam a sua liberdade e património financeiro? A escolha está nas suas mãos.

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